Category: Parnaso de Além-Túmulo

Almas

Ó solitário das estradas, Desventurado pensador, Há no caminho “almas penadas” Que vão clamando desoladas A dor e o pranto, o pranto e a dor!… Vós, que o silêncio amais no mundo, Em orações ao pé do altar, Sob as arcadas silenciosas, Almas feridas, desditosas, Oram convosco a soluçar. Ao descansardes, meditando, À sombra de

Em paz

Tanto roguei a paz consoladora, Durante os meus amargos sofrimentos, Elevando a Jesus meus pensamentos, Que recebi a paz confortadora! Sentindo-me feliz, ditosa agora, Nessas paragens de deslumbramentos, Onde terminam todos os tormentos Que inundam de amargor a alma que chora. Jesus! doce Jesus meigo e bondoso, Quanto agradeço a paz que concedestes Ao meu